Não sou um blogueiro famoso…

Posted in Blog on maio 10, 2008 by Leo B.

nem tenho um blog de sucesso.

Mas um dia eu já tive algo parecido, é só dar uma lida nos pots mais antigos e ver os comentários, é algo um tanto significativo. Eu tava sentado no lugar certo do Bonde, próximo a janela (fazendo uma analogia ao dito popular que fala em ‘pegar o bonde andando e querer sentar na janela‘), o momento em que a Blogosfera brasileira tava dando os passos para o salto que veio em seguida, mas eu resolvi descer e cedi meu lugar a outro. O porque disso ainda é uma espécie de incógnita pra mim e acho melhor definir desta forma do que fcar atribuindo desculpas estúpidas. Mas agora, depois de tanto tempo, tou afim de retomar as coisas por aqui (que tem meses sem atualizações) e em meu outro projeto (que infelizmente ainda não caminha com as próprias pernas), vamos ver se consigo retomar o ritimo e crescer significativamente. Mas isso são coisas que só vou poder colocar efetivamente em prática, depois de 01 Junho, pois até lá estarei extremamente ocupado estudando para um Concurso Público. Objetivos? Talvez, se não for muita audácia da minha parte, comentários, com números e pessoas regulares em cada postagem, aquela espécie de estímulo a fazer um post seguinte, depois de ver a repercussão do anterior. Outra coisa que acho que devo mudar por aqui é o estilo e tipo de postagem, deixando o espaço mais dinâmico e que seja agradável em passar por aqui. Mas, acho que por conta do meu estudo excessivo (que me toma todo tempo livre que em tese eu deveria ter) ando com sério problema de não ter criatividade para escrever bons artigos, ainda que minhas bobagens saiam quase que instantâneas, sem precisar torrar neurônios para tal.

2008/1 – O Começo de uma “Nova Era”.

Posted in Faculdade with tags , , , , , on fevereiro 21, 2008 by Leo B.

Desde que saí do Ensino Médio e entrei pra faculdade, todo começo de semestre era a mesma coisa. Pessoas aparentemente iguais, desde a forma com que se vestiam até mesmo as opiniões que surgiam em sala de aula. Não sei se era por conta do curso que eu fazia (Direito) ou se eu tinha colegas pouco originais a tal ponto. Esse semestre foi diferente, essa primeira aula, a de ontem (20.02) já me traz ares de mudança, coisa que nunca tinha sentido desde que entrei na faculdade, acho que muito disso se deve a minha mudança de curso, mudança de faculdade, eu sentir que agora, definitivamente, estou caminhando na direção certa. Finalmente.

Cheguei na Unisinos, já me sentindo em casa, na companhia da Manu e da Izze, impossível não se sentir a vontade, estando junto de amigos, num clima agradável e jogando conversa fora, ficamos andando pelo campus por um tempo, levando em conta que chegamos cedo, aproveitei e comprei um caderno e três canetas. Pouco depois, fui para a minha sala. Sentei ao lado da Izze e comecei a prestar atenção nas coisas que o professor falava, me encantado com toda aquela coisa -ainda mais por ser uma cadeirade Fotografia- além a de a prórpia sala ter despertado bastante meu interesse, por ela ser um tanto quanto diferente, por assim dizer. Algumas anotações no caderno e saímos um pouco mais cedo para o intervalo, o qual fiquei na comapnhia da Izze e do Arthur (namorado dela), conversas a respeito da aula, essas coisas e ansiedade pela volta do intervalo, já que o professor tinha dito que iriamos para o estúdio, e aquela coisa em mente, o que será que ele estaria tramando? Voltamos do intervalo, pessoal já no estúdio, ele, o professor “dá inicío a brincadeira”, finalmente, hora das apresentações, comenta do seu gosto e admiração pelos Doutores do Riso (os quais tambpem admiro muito) eis então nossas apresentações. Colocavámos um nariz de palhaço, sentavámos em um banco, de frente para uma câmera, enquanto outro colega tirava fotos, e duas questões que obrigatoriamente deveriam ser respondidas: o que cada um gostava de comer e, se gostava de rúcula. Nem todos participaram (e estes não sabem o que perderam), mas achei a idéia, perfeita. Voltamos pra sala e era hora de ir ver as fotos, ver como cada um se saiu, uma melhor que a outra, garagalhadas garantidas dentro da sala, porém, só irei ter acesso as fotos na semana que vem (acho), já que pretendo usar algumas delas para ilustrar a postagem, que eu pderia ter adiado pra quanto estivesse com as fotos em mãos, mas não seria a mesma coisa, então, assim que as tiver, venho aqui, edito a postagem e coloco elas.

Se gostei da aula? Não vejo a hora de chegar quarta-feira que vem.

Depois de seis dias

Posted in ...und der Leben tanz, HQ, marvel comics with tags , , , on fevereiro 19, 2008 by Leo B.

…retomar as postagens

Depois da última postagem, de terça, não tive mais idéias do que exatamente eu poderia escrever, achei melhor não escrever nada do que escrever qualquer coisa que fosse meia boca. Na sexta, a Sam (minha namorada) veio pra cá e, por razões óbvias, não postei nada. Sexta, fui buscar ela na rodoviária, enquanto esperava, acabei comprando três HQs, Nick Fury vs. S.H.I.E.L.D. #1 (de seis edições, que pretendo encontrar as outras cinco) de 1992, Liga da Justiça #1 de Janeiro de 1989 e Marvel Especial #1: Homem Aranha x Duende Verde de 09 de outubro de 1986, além de um LP do Dire Straits (Brothers in Arms), em tudo isso gastei pouco mais de R$10. Uma sexta feira intensamente quente, que mal dava vontade de ir para algum lugar, era quente por tudo, porém fomos almoçar no McDonalds. Depois de um tempo, vir aqui pra casa, aproveitar a piscina, ficar um pouco dentro de casa sem muito o que fazer, esperar minha mãe chegar e essas coisas. O sábado foi bem tranqüilo, só por casa mesmo, piscina, um dia quente em excesso, pessoas de casa sairam, ficamos sozinhos, jantar um xis gigantesco e quase morrer com isso depois, ir dormir tarde e essas coisas. O domingo foi o dia menos legal (pra não chamar de chato) do final de semana, fomos (eu e Sam) almoçar com meu pai (dia em que também tinha encontro do pessoal do Zap), e foi tudo monótono e cansativo demais. Fomos pra casa do sócio dele, onde não se tinha absolutamente nada para ser feito. Interrogatórios por parte da esposa do sócio do meu pai para a Sam, indelicadezas do meu pai, exemplos claros de burrice e futilidade, desejavá,os a cada momento ir embora logo, felizmente, pouco depois das 18h fomos. Chegando em casa, banho de pisicna, voltar a se divertir um pouco ao menos. Hoje, Sam foi embora, infelizmente, vou eu pra lá no sábado, já que na sexta é aniversário da mãe (:

A Arte Mexicana de Fazer Dramaturgia (E aquilo que ela inspira)

Posted in Blogsfera, TV Aberta with tags , , , , on fevereiro 12, 2008 by Leo B.

Maria do Bairro, exibida sei lá eu quando pelo SBTSegunda, tava eu passando pelo blog da Izze e vi uma postagem em que ela falava sobre a vontade / projeto de criar uma novela mexicana e isso me interessou bastante. Sendo mais claro. Me deixou com a cabeça fervilhando em várias idéias para fazer algo relacionado a mesma, desde roteiros até algumas pequenas foto-novelas. E, como bem se sabe, escrever algo sobre o assunto é extremamente fácil. Novelas mexicanas são todas feitas sob um mesmo molde (o que nos lembra o folheteen Malhação), geralmente um amor proibido entre um casal (por motivos que nunca são convincentes), uma outra mulher, má e poderosa dotada de uma grande pdoer de persuasão que irá fazer de tudo para ter ao seu lado o então “amor” da mocinha, que esta por sua vez geralmente é pobre ou pertence à uma realidade totalmente oposta a de seu amor. Um homem maléfico, que ajuda a mulher má, que este desenvolve uma certa paixão por ela que nunca é correspondido, ou, quando é, serve para fazer alguma chantagem com o mesmo. Não existem crianças, animais ou velhos, a trama gira sempre em torno das pessoas de nomes compostos (Fernanda Nathália e José Leandro, por exemplo).

Idéias para o roteiro em si, da primeira novela ainda não me surgiu muita coisa, porém para uma pequena foto-novela ao estido de Rebelde já me aflorou em mente. Algo simples, mas com potencial de ser algo criativo. Os personagens, a princípio vão ser eu emeus colegas de aula, amigos e afins. Tudo bem clichê e abobado. Só não sei ainda quantos capítulos (ou páginas) eu irei fazer pra começo, mas isso fica pra depois.

Cinderela Baiana… que porra é essa?

Posted in ...und der Leben tanz, Análies, Cinema, Críticas with tags , , , , on fevereiro 12, 2008 by Leo B.

Se nem mesmo a Madonna conseguiu fazer sucesso no cinema, quem disse que Carla Perez teria alguma chance? Na real, nunca assisti tal filme, apenas alguns trechos no Youtube, e já pude tirar minhas conclusões a cerca de tal coisa.

Eu fiquei me questionando, logo depois de assistir, qual seria a intensão com esse filme? Mostrar que ela realmente só serve pra mexer o traseiro? Ou que conseguiu juntar uma penca de atores sem talento com um roteiro extremamente fraco? Não sei.

Uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi a presença do ator (o único ator, por assim dizer) Lázaro Ramos que consegue ser tão medíocre quanto os outros personagens.

Agora, algumas cenas e um comentáriozinho (corrosivo ou não) a cerca do que se passa. Acredito que vão achar tão engraçado quanto eu achei quando vi essa coisa pela primeira vez.

Cinderela Baiana: Parte I

Nestes 0:44 de vídeo uma coisa é bastante evidente: Carla Perez está vestindo uma roupa de Odalisca, eu só queria enteder qual é o contexto disso com crianças que trablham a beira das estradas (que não diz fazendo o que) e pássaros presos em gaiolas. Algum sentido? Acho que não.

Cinderela Baiana: Parte II

01:24 de vídeo são mais do que suficientes para notar coisas sem sentido. CArla Perez sai de dentro de um carro, carregando pacotes, como se tivesse feito muitas compras, caixas que mais parecem aquelas antigas caixa de camisa que se usava como bandeija para colocar docinhos para festas (alguém lembra?), seus amigos, dois seres, um mais esquisito que o outro, com diálogos pobres esem nexo algum e a (incrível) péssima atuação de Lázaro Ramos (eu como fã do mesmo, espero que isto seja um lapso de início de carreira).

Cinderela Baiana: Parte III e fim do post

Mais 02:10 de vídeo e percebe-se o quão estúpida e ridícula é tal cena. Carla aparece em um vestido precário e descalsa, a espera do homem que lhe dará tal glória. Uma tentativa de humor nnum diálogo simplório que fica sem graça alguma:

Você não gostaria de ser uma dançarina contratada exclusiva da minha companhia para protagonizar o meu próximo show?
Prota o que?
Protagonizar. Ser a estrela do espetáculo.

E, qual é a moral? Nenhuma creio eu.

Embora eu não tenha falado muito, tenha mais descido a lenha, é bastante evidente o porque tal filme foi um fracasso de bilheteria.

Desisti…

Posted in desemprego, familia, murphy, vestibular on novembro 27, 2007 by Leo B.

de tentar encontrar respostas para coisas sem explicação

Como bem disse Murphy, “O dia de hoje foi realmente necessário?”

Aqueles dias em que se acorda, sem saber ao certo porque acordou, se realmente tinha que ter acordado. Desemprego, saudade, conflitos em casa, correrias de final de ano, coisas que se misturam e fazem com que tudo se torne uma espécie de massa homogênea que faz com que eu fique preocupado ou me chateie com as coisas que acontecem. Vestibular no sábado agora, estou extremamente confiante, levando em conta que é apenas uma prova discursiva e redação, me abstendo daquela cacetada de matéria, que viria a ser inútil no curso que vou fazer.

Eu venho fazendo planos, aliás, sempre os fiz, o problema maior sempre foi (e ainda é) como colocar os mesmos em prática ou fazer coisas efetivas para mudar de situação… xP

"Jesus mandou eu te entregar isso"

Posted in civil war, envangélico, Jesus, marvel comics, religião, viagem on agosto 13, 2007 by Leo B.

como disse o Evangélico que me entregou uma espécie de flyer de cunho religioso.

Voltei de viagem, com a bunda quadrada por ficar tanto tempo dentro de ônibus. Depois que peguei o ônibus pra casa, depois de ter lido a primeira edição da Civil War fiquei analisando coisas de dentro do ônibus, desde o primeiro cidadão que sentou ao meu lado (um cara que pelo visto não tomava banho tinha dias e os dentes não conheciam o sentido da palavra “escovação”), pessoas que entravam, pessoas que saíam, as crianças que gritavam sem necessidade alguma, o cobrador com jeito de viado, tudo dessa massa desforme da sociedade. Não cheguei a conclusão alguma, não era essa a minha idéia, até mesmo porque eu não tava com saco pra isso, mas é interessante observar o comportamento das pessoas,desde aquelas que te olham torto por tu estar com duas malas até o sujismundo que senta do teu lado.

O melhor de tudo foi o Envagélico, que me contou (do nada, sem nenhuma cerimônia) que ele tinha morado durante cinco anos em Goiás e agora estava de volta, que disse que “independentemente de bandeira, credo ou qualquer outra coisa, Jesus ama todos nós”, entre outras coisas religiosas, pelo menos ele foi simpático, o que fez com que eu guardasse o flyer ao invés de por fora.

Vou me despedindo por aqui, vou dar atenção ao pessoal do MSN um pouquinho.

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